terça-feira, 27 de setembro de 2011
o beijo do beija flor#links
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wellington alves da paraiba
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18:02
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Deixe que eu seja um minuto o seu amor.
Afagar seus cabelos, o seu corpo
Na delicia dos seus beijos, seu calor.
Abra a porta e janelas da ilusão.
Desperte pra o amor, sinta essa emoção.
Paixão,e obsessão do coração.
Abraços e beijos,e calor, nutre o amor.
Num segundo fecunda-se uma vida.
Em um minuto desabrolha o amor.
Um segundo para se excitar.
Sentindo o sabor dos beijos teu.
Um minuto para assaciar
Fazer o amor, brilhar no peito teu.
O amor nasce no olhar do imaginar...
Em um olhar distante da paixão.
e quando desperta, já se foi.Não deu.Cedeu
La no seu eu, o amor nasceu.
Enraizou, domou meu coração
A raiz mais forte desse amor.
Num segundo veio a se excitar
E em um minuto assaciar
Em zero segundo me amar
De todo coração.
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wellington alves da paraiba
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17:27
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Coraçao magoado.
Foi brincadeira coração, foi brincadeira.
Foi brincadeira amor, o que eu falei.
Foi brincadeira amor, falei bobeira.
Com brincadeira. Oh coração lhe magoei.
Você é tudo que tenho na vida
Você é tudo na vida, o que eu sonhei.
Foi brincadeira coração, falei bobeira.
Foi sem pensar, tudo aquilo que eu falei.
Vamos deitar em nosso ninho.
Farei esquecer o que eu falei.
Se amar, se beijar bem coladinho.
Esqueça que um dia lhe magoei.
A vida é composta de sentimento.
O coração é o casebre do amor.
A vida é um sonho... Que vivemos...
Agregado ao espírito do amor.
Foi brincadeira coração, foi brincadeira.
Foi brincadeira amor, o que eu falei.
Ti amo minha flor, estou feliz amor.
Só em saber que você min perdoou.
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wellington alves da paraiba
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17:15
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Sonho unigênito.
Quando a paixão bate no peito.
Se abita, se aconchega, cobre o véu.
Se aninha, se agasalha um passarinho.
É o amor se fixando no seu céu.
Como ator, digo ti amo, es meu ninho.
Ti amar esse é o meu papel.
És o meu sonho... Unigênito, es minha vida.
Tudo que tenho meu amor, meu doce mel.
Desde infância sempre ti apreciei.
Veio à paixão, o amor assim se fez.
E eu fui sonhando, fui ti amado, ti querendo.
O seu corpo é o meu veneno
Meu desejo, meu prazer.
És minha infância, o que eu vivi, minha alegria.
Todo sonho... Que eu queria.
Ti amo meu bem querer.
Quero viver esse mundo de fantasia.
Só o amor reina em min, meu bem querer.
Sou beija flor, min apossando do seu ninho.
Trago amor, muito carinho
Pra ti dar meu bem querer.
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wellington alves da paraiba
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16:52
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Infama do amor.
Foi infama meu coração.
Ti peço que não acredite.
Enquanto você acredita meu amor.
Sinto-me só na solidão.
Não acredite no que dizem coração.
Querem tira-me de você.
És meu desejo, meu amor, minha paixão.
Minha rosa, meu bem querer.
Só acredite no que ver meu coração.
Pois eu só gosto de você
Foram disseram que saí, transei com outra.
Idéia louca quem falou, tem que provar.
Pois quando eu amo. Amo mesmo.
Não vou decepcionar.
Meu coração só quer ti amar.
Meu coração só quer você meu amor.
És o meu sonho... Meu viver.
Meu coração só quer você meu amor.
Alucinado por você.
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wellington alves da paraiba
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16:38
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Infama do amor.
Foi infama meu coração.
Ti peço que não acredite.
Enquanto você acredita meu amor.
Sinto-me só na solidão.
Não acredite no que dizem coração.
Querem tira-me de você.
És meu desejo, meu amor, minha paixão.
Minha rosa, meu bem querer.
Só acredite no que ver meu coração.
Pois eu só gosto de você
Foram disseram que saí, transei com outra.
Idéia louca quem falou, tem que provar.
Pois quando eu amo. Amo mesmo.
Não vou decepcionar.
Meu coração só quer ti amar.
Meu coração só quer você meu amor.
És o meu sonho... Meu viver.
Meu coração só quer você meu amor.
Alucinado por você.
wellington alves.
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16:22
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Viajar pra marte.
Espumas jorradas a beira mar.
Eu aqui sentado somente a pensar...
Degradam a terra, poluem o ar.
A terra doente delira a chorar.
Com febre ardente agita o mar.
Afogando as vidas. Invadindo lar.
Vou pegar meu táxi lunar.
Viajar pra marte.
Uma nova vida, um novo viver.
Quem sabe encontrar.
Mares poluídos com óleos, e lixos
Fico a imaginar...
Como salvar as vidas
Nas profundezas do mar.
Chaminés, escapes, soprando
Malditas fumaças no ar.
E a fotossíntese que resta
Se esforça a purificar.
As matas perdidas, florestas no chão.
Sol enfurecido, pela devastação.
Vidas destruídas, pela ambição.
Os sonhos perdidos, na palma da mão.
Diante dos olhos, uma ilusão.
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wellington alves da paraiba
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17:04
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O beijo do beija flor
O amor nasce num olhar.
Se abita no coraçao.
Por. Seu lindo corpo.
Tenho desejo, e paixão.
Fico o tempo todo em ti pensando.
Vivo amor ti desejando...
Nos sonhos... Vou viajando...
Vou penando por ti amor.
Fico sentindo o sabor, desses seus beijos.
Vem matar o meu desejo.
Coração quero ti amar.
Quero ti amar...
Tí dar o meu calor, amor.
Quero tí dar, o beijo do beija flor.
Quando agente ama, não tem jeito.
É preso pelo o laço da paixão.
Se abita o amor no coração.
Agente fica feito um bobalhão.
Aí o amor vai e cicatriza.
Laça-nos dessa vez no calcanhar.
Agente abestalhado a sonhar...
Só tem desejo.
Coração quero tí amar.
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wellington alves da paraiba
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16:45
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O zorro do sertão.
Pelo o sertão do nordeste brasileiro.
Viveu um herói, ou bandido forasteiro.
Que para uns, foi um herói brasileiro.
Mas. Para outros, bandoleiro cangaceiro.
O zorro do sertão, o zorro do sertão.
O cangaceiro o temido lampião.
O zorro do sertão, o zorro do sertão.
Foi virgolino Ferreira o lampião.
Os latifúndios coronéis manipulavam.
O capitão lampião ignorava.
Pela a injustiça dos humildes ele lutava.
E usineiros coronéis se revoltavam.
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wellington alves da paraiba
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Cemitérios de lamentações.
Cruzes. Nas cruzes você ver...
Cemitérios de lamentações.
Aqui jaz. Grandes empresas têxteis.
Ali jaz.grandes industrialízações.
Mas. aqui jaz. Outras grandes industrias.
Sepultada pelo o voto da ilusão.
Chaminés enteadas, não sopram mais.
Vejam escandalos políticos nos jornais.
Em jazigo perpetuo você ver...
Maquinários nas ferrugem em vão.
Rotos roem a tua mente. Se elegfem ti devora...
Vamos embora é hora da revolução.
Nas fileiras de escritos, a se empregar.
pede a deus... Um espaço conquistar.
Pensa em casa as crianças a jejuar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Dói no ego, o semblante se enruga a chorar...
Há... Esperança dos bons tempos regressar.
não há vaga. Lacrado, diz os portões.
Nos ouvidos, apitos não ecoam mais.
Vin aqui, em busca da semente do suor.
Minhas sementes passam fome... Team dó
Hospitais vão falindo você ver.
Cemitérios de lamentações.
Sem socorro, clamam o povo a solução.
As promeças foram tantas, foram em vão.
E nos enxofres hospitalar. pacientes há penar...
Mas. Quem tem mais, medica-se particular.
Imoral é um país, sem educação.
Nos presídios, os enchofres em lotações...
Incentivam as grandes rebeliões.
Cofres púbricos, verbas lhe passaram a mão.
A política é a ebola da nação.
O seu voto é a contaminação.
Você vota, e é um voto em vão.
De ternos linhos, vampiros da maldição.
Lavam as mãos, viram as costas, você vota.
Vamos embora é hora da revolução.
Cemitérios de lamentações.
Aqui jaz. Grandes empresas têxteis.
Ali jaz.grandes industrialízações.
Mas. aqui jaz. Outras grandes industrias.
Sepultada pelo o voto da ilusão.
Chaminés enteadas, não sopram mais.
Vejam escandalos políticos nos jornais.
Em jazigo perpetuo você ver...
Maquinários nas ferrugem em vão.
Rotos roem a tua mente. Se elegfem ti devora...
Vamos embora é hora da revolução.
Nas fileiras de escritos, a se empregar.
pede a deus... Um espaço conquistar.
Pensa em casa as crianças a jejuar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Dói no ego, o semblante se enruga a chorar...
Há... Esperança dos bons tempos regressar.
não há vaga. Lacrado, diz os portões.
Nos ouvidos, apitos não ecoam mais.
Vin aqui, em busca da semente do suor.
Minhas sementes passam fome... Team dó
Hospitais vão falindo você ver.
Cemitérios de lamentações.
Sem socorro, clamam o povo a solução.
As promeças foram tantas, foram em vão.
E nos enxofres hospitalar. pacientes há penar...
Mas. Quem tem mais, medica-se particular.
Imoral é um país, sem educação.
Nos presídios, os enchofres em lotações...
Incentivam as grandes rebeliões.
Cofres púbricos, verbas lhe passaram a mão.
A política é a ebola da nação.
O seu voto é a contaminação.
Você vota, e é um voto em vão.
De ternos linhos, vampiros da maldição.
Lavam as mãos, viram as costas, você vota.
Vamos embora é hora da revolução.
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wellington alves da paraiba
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