wellington alves da paraiba

wellington alves da paraiba
onde há sonhos... há esperança... onde há esperança há a certeza e a firmeza das realizações e conquistas na vida.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

a arvore. o sopro da vida.mais uma obra de wellington alves da paraiba-inspirada na mãe natureza e o sopro da vida.

               A Arvore. O sopro da vida.


Voar... Voa os pássaros, muito alem.
Leva no bico, semente de um alguém.
Há Sementes que flutuam...
E se espalham... Pelo o chão.
Há sementes que no bico das aves.
Espalham-se... Num vou vão.
Do chão. Surgem matas, pomares, e vegetação.
Que forma o sopro da vida.
A respiração de um pulmão.

A arvore. Não é uma simples arvore.
A arvore é o equilíbrio da terra.
É a fotossíntese, respirando o gás carbônico.
E liberando o oxigênio.
É a sombra que protege, refrigera do calor.
A arvore é o sopro da vida.
A arvore é deus em si.
Soprando no pulmão da humanidade.
É como se fosse o ar. Deus invisível.
A arvore. Deus em pessoa.
A arvore. É o equilíbrio de todo o ser vivo da terra.

a arvore. o sopro da vida-mais uma obra de wellington alves da paraiba-inspirada na mãe natureza e o sopro da vida.

               A Arvore. O sopro da vida.


Voar... Voa os pássaros, muito alem.
Leva no bico, semente de um alguém.
Há Sementes que flutuam...
E se espalham... Pelo o chão.
Há sementes que no bico das aves.
Espalham-se... Num vou vão.
Do chão. Surgem matas, pomares, e vegetação.
Que forma o sopro da vida.
A respiração de um pulmão.

A arvore. Não é uma simples arvore.
A arvore é o equilíbrio da terra.
É a fotossíntese, respirando o gás carbônico.
E liberando o oxigênio.
É a sombra que protege, refrigera do calor.
A arvore é o sopro da vida.
A arvore é deus em si.
Soprando no pulmão da humanidade.
É como se fosse o ar. Deus invisível.
A arvore. Deus em pessoa.
A arvore. É o equilíbrio de todo o ser vivo da terra.

Magia do mar-mais uma obra de wellington alves da paraiba-inspirada no poder soberano das águas do mar.

         Magia do mar.

Deixando úmido, terras secas.
Ela vai mudando o seu rumo.
Em busca de outras terras.

Quem úmido ficou está seco.
Sente sede e saudade dela.
Não se encantou, não sumiu.
Simplesmente mudou seu rumo.
Em toda parte ele está.
Na terra ou vagando no ar...

Vai ínudando esquinas e lares.
Enchentes em rios, e mares.
Derruba barreiras, favelas, e arvore.
Com seus vendavais, navios a naufragarem.
Os seres no mar a se afogarem.
Os seres do mar a lhe devorarem.

Ele é a magia dos mares.
Formato dos oceanos.
Que evaporam-se ar.
De branca fica escura.
É sinal que lá vem ela.
É a chuva quem vai chegar.
Banindo a seca para o mar.




ás profecias- é mais uma obra de wellington alves da paraiba-inspirada nos acontecimentos da mãe natureza e as catastrófi da vida.

       Ás profecias.

Lançaram tochas, reflexos a clarear.
Noé levando sua arca, para o alto mar.
Tempestade, relâmpago, voz de trovões pelo o ar.
Os terremotos abalam a terra.
A terra balança suspensa no ar.
Os furacões fazem poeiras no ar.

A seca é aqui, a enchente é lá.
A fome chegando pra nos devorá...
Contra esta fera temos que lutar...
Ás profecias estamos vendo chegar.
Neste mundo iníquo. Irmãos com irmãos
Pai com filho, querendo lutar.
O rei dos exércitos, estar pra chegar.

Vejam as enchentes no mundo, e no meu país.
A fúria do mar.
A seca do meu sertão.
As guerras chegando.
Irmãos  não morra em vão.

O homem já cava sua sepultura.
Com ás bombas químicas.
Explosões nuclear.
Guerras nas estrelas. Bombardeio no mar.
O rei dos exércitos, estar pra chegar.

a porta do tùnel do tempo-é mais uma das obras de wellington alves da paraiba-inspirada na previsão dos tempos. onde os acontecimentos, está na palma das mãos de cada um, e diante dos olhos uma ilusão

         A porta do túnel do tempo.

Ouvem-se aqui um eco
Que vem do futuro alem...
Ouvem-se uma voz
Profetizando que vem.
Mas. Será
Que o homem ainda não aprendeu.
Ou será. Que a bíblia não leu.

Ho, ho, ho a porta do túnel do tempo.
Ho, ho, ho entrada pro terceiro milênio.

O santuário céu sonharam conquistar.
Torre de babel, e Ícaro.
 Lua e marte a explorar...
Mas. A mão que o pergaminho escreveu.
São enigmas pra vida decifrar.
Ho, ho, ho são enigmas, pra vida decifrar.

Decifrar palavras luz do caminhar...
Igrejas iluminadas, no crer e no amar.
Abra a porta da palavra com a flor.
Pois a bíblia é o símbolo do amor.
Com a flor abra a porta do amor.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

o beijo do beija flor: mais uma das obras de-wellington alves da paraiba

o beijo do beija flor: mais uma das obras de-wellington alves da paraiba

o beijo do beija flor: aeromoça- é mais uma obra de-wellington alves da paraiba- inspirada nas proficionais dos aeroportos#comment-form

o beijo do beija flor: aeromoça- é mais uma obra de-wellington alves da paraiba- inspirada nas proficionais dos aeroportos#comment-form

aeromoça- é mais uma obra de-wellington alves da paraiba- inspirada nas proficionais dos aeroportos

        Aeromoça.

Conheci a aeromoça.
No aeroporto no avião.
Ela comando de bordo.
E eu passageiro.
Cheio de ilusão.
Decolamos o mesmo vou.
Agente se olhava.
Na mesma emoção.
Mas. No outro aeroporto.
Nós nos despedimos.
Na conexção.

Aeromoça do avião.
Alucinou meu coração.
Vive em meus sonhos...
Minha alucinação.
Por onde voas minha paixão.
Aeromoça, aeromoça.
Musa dos meus sonhos...
Da meu coração.

Não min disse o seu nome.
Nem o telefone, pra comunicar.
Mas. Por onde voa o sonho...
Esse lindo amor preciso encontrar.

Retornei no mesmo vou.
No mesmo horário.
Querendo lhe ver.
Para olhar em seus olhos.
E dizer que estou amando você

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

mais uma das obras de-wellington alves da paraiba

         Lambem se lambem.

Meu amor, amor, amor.
Meu denguinho minha flor.
Meu desejo meu calor.
Ternura do meu viver.

Doce desejo da minha paixão.
Dona do meu coração.
Que entre abraços e beijos.
Na cama eu fico a sonhar...
Ela min faz delirar.
E entre abraços e beijos
Se lambem Na doce loucura.
Chegamos as saciar.

Flor excitante vivo a desejar...
As minhas mãos apalpar.
 E entre Beijos, desejos excitados ficar.
Chegamos a delirar...
E entre beijos e lambem
Se lambem na doce loucura.
Chegamos as saciar.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

                   Lagartixa.

Larga aqui pega acolá. Lagartixa.
Minha cobra que tídeverá. Lagartixa.
Lagartixa, lagartixa.
Ela quer lhe saborear. Lagartixa.

Você fica subindo as paredes.
Se esquivando rebolando a fim.
Com o seu charme vai me excitando.
Eu Sinto o cheiro desse amor em min
Quando eu a chamo balança a cabeça.
Confirma tá me desejando sim.

Seu rebolado vai me conquistando.
Sou predador desse amor assim.
Tu és um sonho... Despida é um encanto.
Desabrolhando a flôr do jardim.
Vou ti pegar na calada da noite.
No aconchego desse amor em min

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

                   Zero segundo de amor

Deixe que eu seja um minuto o seu amor.
Afagar seus cabelos, o seu corpo
Na delicia dos seus beijos, seu calor.
Abra a porta e janelas da ilusão.
Desperte pra o amor, sinta essa emoção.

Paixão,e obsessão do coração.
Abraços e beijos,e calor, nutre o amor.
Num segundo fecunda-se uma vida.
Em um minuto desabrolha o amor.

Um segundo para se excitar.
Sentindo o sabor dos beijos teu.
Um minuto para assaciar
Fazer o amor, brilhar no peito teu.

O amor nasce no olhar do imaginar...
Em um olhar distante da paixão.
e quando desperta, já se foi.Não deu.Cedeu
La no seu eu, o amor nasceu.

Enraizou, domou meu coração
A raiz mais forte desse amor.
Num segundo veio a se excitar
E em um minuto assaciar
Em zero segundo me amar
De todo coração.
          Coraçao magoado.

Foi brincadeira coração, foi brincadeira.
Foi brincadeira amor, o que eu falei.
Foi brincadeira amor, falei bobeira.
Com brincadeira. Oh coração lhe magoei.

Você é tudo que tenho na vida
Você é tudo na vida, o que eu sonhei.
Foi brincadeira coração, falei bobeira.
Foi sem pensar, tudo aquilo que eu falei.

Vamos deitar em nosso ninho.
Farei esquecer o que eu falei.
Se amar, se beijar bem coladinho.
Esqueça que um dia lhe magoei.

A vida é composta de sentimento.
O coração é o casebre do amor.
A vida é um sonho... Que vivemos...
Agregado ao espírito do amor.

Foi brincadeira coração, foi brincadeira.
Foi brincadeira amor, o que eu falei.
Ti amo minha flor, estou feliz amor.
Só em saber que você min perdoou.

    
       Sonho unigênito.

Quando a paixão bate no peito.
Se abita, se aconchega, cobre o véu.
Se aninha, se agasalha um passarinho.
É o amor se fixando no seu céu.
Como ator, digo ti amo, es meu ninho.
Ti amar esse é o meu papel.
És o meu sonho... Unigênito, es minha vida.
Tudo que tenho meu amor, meu doce mel.

Desde infância sempre ti apreciei.
Veio à paixão, o amor assim se fez.
E eu fui sonhando, fui ti amado, ti querendo.
O seu corpo é o meu veneno
Meu desejo, meu prazer.
És minha infância, o que eu vivi, minha alegria.
Todo sonho... Que eu queria.
Ti amo meu bem querer.

Quero viver esse mundo de fantasia.
Só o amor reina em min, meu bem querer.
Sou beija flor, min apossando do seu ninho.
Trago amor, muito carinho
Pra ti dar meu bem querer.
       Infama do amor.

Foi infama meu coração.
Ti peço que não acredite.
Enquanto você acredita meu amor.
Sinto-me só na solidão.

Não acredite no que dizem coração.
Querem tira-me de você.
És meu desejo, meu amor, minha paixão.
Minha rosa, meu bem querer.
Só acredite no que ver meu coração.
Pois eu só gosto de você

Foram disseram que saí, transei com outra.
Idéia louca quem falou, tem que provar.
Pois quando eu amo. Amo mesmo.
Não vou decepcionar.
Meu coração só quer ti amar.

Meu coração só quer você meu amor.
És o meu sonho... Meu viver.
Meu coração só quer você meu amor.
Alucinado por você.

       Infama do amor.

Foi infama meu coração.
Ti peço que não acredite.
Enquanto você acredita meu amor.
Sinto-me só na solidão.

Não acredite no que dizem coração.
Querem tira-me de você.
És meu desejo, meu amor, minha paixão.
Minha rosa, meu bem querer.
Só acredite no que ver meu coração.
Pois eu só gosto de você

Foram disseram que saí, transei com outra.
Idéia louca quem falou, tem que provar.
Pois quando eu amo. Amo mesmo.
Não vou decepcionar.
Meu coração só quer ti amar.

Meu coração só quer você meu amor.
És o meu sonho... Meu viver.
Meu coração só quer você meu amor.
Alucinado por você.

wellington alves.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

       Viajar pra marte.

Espumas jorradas a beira mar.
Eu aqui sentado somente a pensar...
Degradam a terra, poluem o ar.
A terra doente delira a chorar.
Com febre ardente agita o mar.
Afogando as vidas. Invadindo lar.

Vou pegar meu táxi lunar.
Viajar pra marte.
Uma nova vida, um novo viver.
Quem sabe encontrar.

Mares poluídos com óleos, e lixos
Fico a imaginar...
Como salvar as vidas
Nas profundezas do mar.
Chaminés, escapes, soprando
Malditas fumaças no ar.
E a fotossíntese que resta
Se esforça a purificar.

As matas perdidas, florestas no chão.
Sol enfurecido, pela devastação.
Vidas destruídas, pela ambição.
Os sonhos perdidos, na palma da mão.
Diante dos olhos, uma ilusão.

O beijo do beija flor


O amor nasce num olhar.
Se abita no coraçao.
Por. Seu lindo corpo.
Tenho desejo, e paixão.

Fico o tempo todo em ti pensando.
Vivo amor ti desejando...
Nos sonhos... Vou viajando...
Vou penando por ti amor.
Fico sentindo o sabor, desses seus beijos.
Vem matar o meu desejo.
Coração quero ti amar.

Quero ti amar...
Tí dar o meu calor, amor.
Quero tí dar, o beijo do beija flor.

Quando agente ama, não tem jeito.
É preso pelo o laço da paixão.
Se abita o amor no coração.
Agente fica feito um bobalhão.
Aí o amor vai e cicatriza.
Laça-nos dessa vez no calcanhar.
Agente abestalhado a sonhar...
Só tem desejo.
Coração quero tí amar.


     O zorro do sertão.

Pelo o sertão do nordeste brasileiro.
Viveu um herói, ou bandido forasteiro.
Que para uns, foi um herói brasileiro.
Mas. Para outros, bandoleiro cangaceiro.

O zorro do sertão, o zorro do sertão.
O cangaceiro o temido lampião.
O zorro do sertão, o zorro do sertão.
Foi virgolino Ferreira o lampião.

Os latifúndios coronéis manipulavam.
O capitão lampião ignorava.
Pela a injustiça dos humildes ele lutava.
E usineiros coronéis se revoltavam.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Cemitérios de lamentações.

Cruzes. Nas cruzes você ver...
Cemitérios de lamentações.
Aqui jaz. Grandes empresas têxteis.
Ali jaz.grandes industrialízações.

Mas. aqui jaz. Outras grandes industrias.
Sepultada pelo o voto da ilusão.
Chaminés enteadas, não sopram mais.
Vejam escandalos políticos nos jornais.

Em jazigo perpetuo você ver...
Maquinários nas ferrugem em vão.
Rotos roem a tua mente. Se elegfem ti devora...
Vamos embora é hora da revolução.

Nas fileiras de escritos, a se empregar.
pede a deus... Um espaço conquistar.
Pensa em casa as crianças a jejuar...
Sem café, sem almoço, só jantar.
Dói no ego, o semblante se enruga a chorar...
Há... Esperança dos bons tempos regressar.

não há vaga. Lacrado, diz os portões.
Nos ouvidos, apitos não ecoam mais.
Vin aqui, em busca da semente do suor.
Minhas sementes passam fome... Team dó

Hospitais vão falindo você ver.
Cemitérios de lamentações.
Sem socorro, clamam  o povo a solução.
As promeças foram tantas, foram em vão.
E nos enxofres hospitalar. pacientes há penar...
Mas. Quem tem mais, medica-se particular.

Imoral é um país, sem educação.
Nos presídios, os enchofres em lotações...
Incentivam as grandes rebeliões.
Cofres púbricos, verbas lhe passaram a mão.
A política é a ebola da nação.
O seu voto é a contaminação.
Você vota, e é um voto em vão.
De ternos linhos, vampiros da maldição.
Lavam as mãos, viram as costas, você vota.
Vamos embora é hora da revolução.